quinta-feira, 26 de março de 2015

Post - O que mudou nas viagens


Quando eu e o Marcão começamos a viajar, uma das nossas maiores preocupações era encontrar bons concertos de música clássica. O Marcão é um amante e conhecedor de música clássica e eu uma humilde aprendiz. 

Na nossa primeira viagem à Nova York ouvimos Joshua Bell, Philipe Glass, a Filarmônica de Nova York. Assistimos ensembles no Kaufman Music Center. Uma pianista fantástica no Baryshnikov Arts Center. 

Na volta, com o prazer da performance ao vivo despertada fomos assistir a um concerto da Filarmônica de Minas Gerais, no Palácio das Artes. Apesar da acústica do teatro não ser a ideal, ficamos agradavelmente surpresos pela qualidade da orquestra.

A Filarmônica se revelou tão surpreendente que nos tornamos assinantes na temporada seguinte. Os solistas convidados, tanto os brasileiros quanto os estrangeiros, são fantásticos. Tivemos a oportunidade de ouvir Joshua Bell novamente. O prazer de poder apreciar Nelson Freire. Assistir à surpreendente performance de Augustin Hadelich. O virtuosismo surpreendente de Lilya Zilberstein.

Após um ano de fantásticos concertos com a Filarmônica de Minas Gerais, na viagem seguinte fomos novamente a vários concertos. E, além de apreciar as performances, passamos a compará-las com as que haviamos assistido em Belo Horizonte. E nenhuma vez, a Filarmônica de Minas Gerais deixou a desejar.



Nessa próxima viagem, deixamos de procurar por concertos e passamos a priorizar Óperas e espetáculos de dança. A Filarmônica tem nos proporcionado uma excelente experiência musical. Claro que não deixamos de ir a concertos quando viajamos mas agora só vamos a algo que seja realmente excepcional.

A “cereja do bolo”, como dizem, foi a inauguração da sala Minas Gerais na temporada de 2015. Projetada especialmente para receber a Filârmonica ela permite ampliar a experiência de assistir às apresentações da Orquestra. 

Poder assistir às apresentações da Filarmônica de Minas Gerais, especialmente na Sala Minas Gerais, é uma viagem na excelência cultural, realidade não comum no Brasil.

Para mais informações sobre a Filarmônica, visite o site http://www.filarmonica.art.br/

What changed in our trips


When I and Marcão begin to travel, one of our main concerns was to find good classical concerts. The Marcão is a lover and connoisseur of classical music and I am a humble apprentice.

On our first trip to New York we went to the Lincoln center and watched Joshua Bell, Philipe Glass and the New York Philharmonic. We went to ensembles in Kaufman Music Center. We attended a concert of a fantastic pianist at Baryshnikov Arts Center.

Back in Brazil, due to the enjoyment the live performances aroused, we attended a concert of the Minas Gerais Philharmonic. Despite the acoustics of the theater not being ideal, we were pleasantly surprised by the quality of the orchestra.

The Philharmonic has proved so surprising that we become subscribers the following season. The guest soloists, both Brazilians and foreigners, were fantastic. We had the opportunity to hear Joshua Bell again. The pleasure of enjoying Nelson Freire, a brazilian pianist. Watch the impressive performance of Augustin Hadelich. The amazing virtuosity of Lilya Zilberstein.

After a year of fantastic concerts with the Minas Gerais Philharmonic, on our next trip we again attended several concerts. In addition to enjoying the performances, we began to compare them with those we had attended in Belo Horizonte. And the Minas Gerais Philharmonic left nothing to be desired in the comparison.


In the following trip, we stop looking for concerts and we started to prioritize opera and dance performances. The Minas Gerais Philharmonic has been providing us with great musical experiences. Of course we still attend concerts when we travel but now we only go to something that is really exceptional.

The "icing on the cake" as they say, was the inauguration of Sala Minas Gerais in season 2015. Sala Minas Gerais is a new music avenue especially designed to receive the Philharmonic .It definitely enhances the experience of attending a concert.

To be able to attend the presentations of Minas Gerais Philharmonic, especially in Sala Minas Gerais, is a trip to a cultural reality of uncommon excellence in Brazil.

For more information about the Philharmonic, visit http://www.filarmonica.art.br/


segunda-feira, 23 de março de 2015

What is the best season rental website?


Before answering that question, I would point out some essential precautions when you rent a Vacation Property.

It's possible that you know someone, or someone who knows someone who has reached the address of a rented house on a beach and it did not exist, was not habitable, no more than a shack or was already rented to someone else.



It is true that this is not just a problem of seasonal properties. We almost became homeless in New York. We made the reservation over the Internet, directly on a hotel website where we had stayed in the previous year. The hotel closed and did not tell us.

How it wasn't a catastrophe?

When we booked a tour at Big Aple Greeter, a site that offers guided tours by locals it required and checked our reservation of accommodation, we were surprised with an e-mail informing us that they could not confirm our reservation due to tour hotel didn't exist. We contacted the network to which the hotel was part and were told that the unit had ceased trading. Look at the situation! Would come to New York without a hotel


In order to reduce the risk with unpleasant situations some care must be taken.





1 - Use a reliable booking site HomeAway.com, VRBO.com, airbnb.com ouTripAdvisor.com that provide negotiation directly with the owners or administrators of the estate.

2 - Plan ahead for the best properties tend to be rented earlier

3 - Do not be afraid to ask questions to the owners. Find out if there are restaurants close by. How far is the metro. If you can take your pet. Ask anything that might create doubt. Remember that 'within walking distance' can be anything between 50 meters and 1 kilometer.

4 - Do not be intimidated. If something does not appear in the photos, or if the photos were not enough to get an idea of ​​the place, ask the owner for other pictures apart from the data on the site. I have already asked the owner photo cooler because it did not appear in the photos and did not want to rent an apartment only with a mini fridge, something very common in Europe.

5 - Read what other travelers. You will be able to know what people think of the place, as was the relationship with the owner. In the trusted sites the owner can answer but can not delete a comment.

6 - Check the actual address before closing the deal. This allows you to use sites like Google Maps to 'see' and search on the region

7 - Always ask for a lease in writing and signed by the owner. Remember to check well all the clauses, especially those relating to the cancellation. You never know when the plans may change

8 - Make sure you have a telephone contact number for your stay. You need to know who to contact if there is a blockage in the sink or if you locked outside.

As to the best site, I think there is no single, correct answer to this question. I always start my planning searching on vbro.com, tripadvisor.com and airbnb.com. This lets you have a ideai than there is for rent in a particular city. Not to mention that often a particular property is listed in more than one of them, or in all three, and not always the same value. In my opinion, this decreases the possibility of the announcement was a fraud. Whatever your choice, however, be sure to follow the steps above.


Everything has a begining .


Andrea and I believe that traveling is something to be shared with someone you like. And, if it1a possible to hare it with your soul mate, even better.

After our honeymoon in New York, we found that nothing is better than venturing together.




























Planning the trip makes us more close, reminds us that it is necessary to hear and sometimes compromise.
The sites we visited generate memories that build our history. The setbacks prove that together we can handle any situation.


























Traveling is getting to know, live history, feel the world. To be alive is to be with
yourself and each other.


In this blog we want to share our experiences and perhaps contribute to your trip also an unforgettable experience.

sexta-feira, 20 de março de 2015

O que fazer quando a companhia aérea muda seu voo?


Algumas vezes após comprar uma passagem aérea você é notificado alguns dias antes do embarque por e-mail, mensagem de texto ou telefonema de que os horários de sua passagem foram alterados. Ou até mesmo de que o voo foi cancelado. Na verdade, é bem comum acontecer, principalmente quando se compra a passagem com muita antecedência.

Nem sempre, essas alterações são desfavoráveis. Uma alteração na sua passagem de volta pode significar um dia a mais no destino. Por outro lado, pode implicar em perder um dia de viagem e, às vezes, pagar uma diária de hotel desnecessariamente. Muitas vezes, a alteração é irrelevante apenas questão de minutos para mais ou para menos, que não afetam em nada seus planos.


Nos casos de alteração de horário por decisão da companhia aérea, a ANAC, através da Resolução 141, definiu os procedimentos a serem seguidos pelas companhias aéreas:

- atrasos ou mudanças de horários nos voos devem ser comunicados ao passageiro pelos meios de comunicação disponíveis o mais breve possível.

- o passageiro, ciente da mudança, tem o direito de aceitar o novo horário ou de optar por cancelar o voo, recebendo reembolso do valor integral pago, ou alterar a viagem para um novo dia da viagem e/ou horário do voo sem custo.

- a companhia aérea poderá oferecer ao passageiro aopção de reacomodação em voo de terceiros que ofereça o mesmo tipo de serviço para o mesmo destino.

Ao escolher uma das opções oferecidas, o passageiro não poderá mais trocá-la ou estará sujeito às regras normais de compra, como multas, taxas e diferença tarifária, caso haja. 

Como essas alterações fogem ao controle dos passageiros, deve-se tentar tirar o melhor proveito delas. Ela pode significar alterar aquele bilhete comprado com milhas para o horário desejado que não estava disponível para compra com milhas. Mudar um voo internacional diurno, normalmente mais barato, para o noturno. Pegar um voo em um horário mais atraente. Alterar o aeroporto de saída ou chegada por outro que se adapte melhor aos seus planos.


Entretanto, se as alterações forem prejudiciais à sua viagem não aceite sem reclamar. Converse, insista, utilize a Anac como forma de pressão. Se nada funcionar e você se sentir prejudicado, sempre resta o consolo de tentar uma reparação na justiça.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Salvador, uma grande decepção


Quando era mais jovem, ouvia a música de Vinicius de Morais e sonhava como ele em ‘passar uma tarde em Itapoã’. Afinal parecia ser tudo de bom. Infelizmente, Salvador, pelo menos para mim, não é tudo que dizem. Longe disso.


Já fui a Salvador três vezes, com expectativas e grupos diferentes e todas elas trouxeram um nível grande de decepção. A cidade parece estar piorando com o tempo, o que é uma pena porque acredito que ela tem potencial para ser fantástica.

Um dos principais problemas em Salvador é a sensação de insegurança. A quantidade de pedintes, ambulantes, ciganas, moradores de rua ... é incrível. A cada momento tinha a impressão de que havia alguém à espreita. Isto acabou por me deixar apreensiva a maior parte do tempo. Pode até ser por estar em uma cidade desconhecida, mas normalmente não tenho esse tipo de problema.

Outro grande problema é o estado das ruas (pelo menos na última vez que estivemos lá a pouco mais de dois anos). Ao voltar de Salvador para Belo Horizonte, a sensação foi a mesma de dirigir na Europa ou Estados Unidos. O asfalto da via expressa ficou parecendo um tapete lisinho. E quem conhece sabe que ele está bem longe disso.

Itapoã também está entre as grandes decepções. Embalada pela música de Vinícius esperava encontrar uma praia paradisíaca. Mas na primeira vez que estive lá, fui recebida por um enorme esgoto a céu aberto. Depois de deparar com isso, não existe beleza ou mar capaz de desfazer a má impressão.

O lixo em Itapuã.

Os outros pontos turísticos da cidade também não ajudaram muito. Pode ser porque sou de Minas Gerais e por aqui quando se fala em escadaria a gente espera pelo menos uns vinte degraus. Quando via na televisão as reportagens sobre o ritual de lavagem da escadaria da Igreja do Bonfim, jamais poderia imaginar ser apenas uma pequena escada de poucos degraus.

A escadaria da igreja do Senhor do Bonfim.

O Elevador Lacerda tem uma história interessante. A vista do mirante é bonita mas você não pode olhar para as construções no morro abaixo.Estão abandonadas e em ruínas. O número de pedintes e ambulantes também é absurdamente alto. Um detalhe interessante é que não é tão bonito quanto as fotos que a gente vê de lá. Acho que não compensou todo o sacrifício do passeio.

O Pelourinho tem algumas casas restauradas e alguns restaurantes. Numa das vezes que estive lá, dei de cara com um bloco do Olodum, foi bem legal. Mas fora da área turística o que se vê é muita pobreza e má conservação. E a sensação de insegurança por lá é ainda maior que em várias partes da cidade. Só não fomos assediados por lá porque estávamos com um guia local. Segundo ele, se você está de carro e sem guia não consegue chegar á área turística do Pelourinho. 

O Farol da Barra foi dos lugares mais interessantes que visitamos por lá. É bonito, tem uma bela vista do litoral e um museu com algumas peças interessantes, réplicas das naus portuguesas e informações sobre o descobrimento do Brasil. Apesar dele ser baixinho, sem atrativos adicionais e mal preservado até que valeu a ida até lá.

Além de Salvador, conheci alguns lugares na Rodovia do Coco e a Ilha de Morro de São Paulo que deixaram uma impressão melhor da Bahia. Mas de Salvador, a impressão que fica no final e a de que só querem tirar proveito de você, de que só querem pedir, vender e explorar. No geral, Salvador não foi essa coisa toda não. É um lugar para não voltar.

terça-feira, 17 de março de 2015

É como ir a Roma e não ver o Papa

Acredito que quase todo mundo já ouviu a expressão ‘É como ir a Roma e não ver o Papa’ no sentido de algo que não pode deixar de ser feito. 


Como o Vaticano, existem muitos lugares que parece somos obrigados a conhecer quando visitamos uma determinada cidade. A Estátua da Liberdade em Nova York. A Casa Branca em Washington. O Louvre em Paris. O Corcovado no Rio de Janeiro. Esses são apenas alguns exemplos. Alguns desses lugares muitas vezes são decepcionantes, especialmente pelo confronto entre expectativa e realidade.

Se você pensar na Mona Lisa, por exemplo. Algumas pessoas acham que é um quadro enorme e quando se deparam com um quadro pequeno, exposto atrás de um vidro, que só se consegue ver à distância devido ao cordão de isolamento ficam decepcionados. 


No meu caso, a decepção não foi tanto o quadro, pois conhecia suas características, mas sim o comportamento da grande maioria das pessoas. Apesar de absolutamente cercado, poucas eram as pessoas que paravam para apreciar a obra. A maior parte estava interessada apenas em fazer um selfie na frente dele. Quase que como para provar que esteve lá. 


Na programação de qualquer viagem devem estar aqueles lugares que você acredita "ter que ir". Se você está em Roma, por exemplo, onde se encontra grande parte da história da cultura Ocidental, você não vai passar todo seu em um shopping. Nada contra visitar os shoppings (o Marcão, por exemplo, adora uma comprinha e estar por dentro das novidades), mas isso não deve representar a totalidade do seu tempo em Roma. Se seu objetivo é compras, existem lugares melhore e mais baratos. Ir a Roma para isso pode significar um erro de planejamento.


Em minha opinião, fazer o básico, ou o que os guias de turismo consideram essencial, é válido. Afinal esses são os lugares que nos emocionam nos filmes, que primeiro despertaram nosso desejo de conhecer essas cidades, que geraram o primeiro impulso de viajar. 

Se você está em Paris, porque não conhecer a Torre Eiffel. Se não quiser enfrentar a fila para subir, visite sua base, vá até a Praça do Trocadero e desfrute de uma vista panorâmica inigualável da Torre. Mas se subir na Torre Eiffel é parte de seu sonho, enfrente a fila e desfrute de uma vista deslumbrante de Paris. Não deixe de fazer o programa apenas para não ser considerado ‘turistão’


Por mais que eu acredite que vale a pena fazer o básico, até porque para poder dizer que não vale a pena é necessário experimentar, você deve fazer o que quiser. Se não gosta de museus, não precisa visitar todos os museus da cidade ou passar o dia inteiro dentro deles. Visite um que lhe pareça mais interessante, escolha uma única ala, faça um tour rápido. Ou simplesmente não vá. Mesmo que para pessoas como o Marcão, isso soe como um sacrilégio. 

Ou faça como minha irmã mais nova que adora visitar as lojinhas dos museus, sem muitas vezes sequer entrar no museu.


Se você não gosta de futebol, porque visitar o estádio do Real Madrid só porque está em Madri? A cidade oferece diversas outras opções como a Puerta de Alcalá, a Fonte de Neptuno, a Fonte de Cibelles, o Parque do Buen Retiro, o Museu Del Prado e a Plaza Mayor, só para citar alguns.

Fazer o que não se quer apenas porque os outros julgam que temos é um desperdício de tempo. Não se deve ir aos lugares só por obrigação. Mas também não acredito no outro extremo. 

Não se deve deixar de ir aos lugares apenas porque é programa de turista e quer que as pessoas te vejam como um viajante descolado. 

Programe sua viagem baseado naquilo que você gosta e que conhecer. Escute as recomendações e os conselhos, mas nunca se esqueça das suas preferências e prazeres.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Vida boa!


Ás vezes ouço falar de preços exorbitantes de determinadas bebidas ou restaurante. E ficava imaginando se alguem teria coragem de pagar esses valores. E não é que existe alguem? 



Roman Abramovich (um mega multimilionário russo, dono do time de futebol Chelsea) gastou a modesta soma de pouco menos de $ 48.000,00 em uma única refeição. Observe o valor que ele gastou no vinho Romanée da La Tâche, considerado um dos melhores vinhos do mundo. 


Será que ele sentiu o mesmo que eu quando pagamos pouco mais de 180,00 euros em uma refeição em Paris?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Que tal ir a Dubai???





Para fazer download deste Papel de Parede clique sobre a imagem com o botão direito ... Salvar como ...




quinta-feira, 12 de março de 2015

A difícil escolha da mala ideal


Há mais ou menos 2 anos estou procurando por uma mala de bordo para substituir a minha. Apesar de boa, com mais de 15 anos e muitas horas de voo, ela já mostra sinais de cansaço. Tenho procurado por uma mala boa, bonita, barata, espaçosa, estilosa e com cara de classe executiva. Nada demais. Não entendo porque está sendo tão difícil?!

Mas brincadeiras à parte, alguns critérios devem ser considerados na hora de escolher a mala ideal.

1. Peso, para mim, o mais importante. Quanto mais leve a mala, menos ela vai utilizar do limite permitido pelas companhias aéreas. Com as retrições impostas por elas cada vez mais rígidas, qualquer grama economizada pode siginificar poder trazer aquele perfume Channel que você sempre sonhou trazer.

2. Rodinhas. Existem malas sem rodinhas, com duas, quatro e oito rodinhas. Que não giram ou que giram 360º. Não ligo muito para as várias rodinhas. As de quatro ou seis são mais fáceis confortáveis e leves de manobrar. Por outro lado, nas de duas apesar de ser necessário puxar a mala, as rodinhas tem um impacto menor no tamanho máximo da mala. Sim, as rodinhas contam para medir o tamanho da mala. Assim como o peso, o tamanho também é regulado pelas companhias aéreas. Tanto na bagagem despachada como na bagagem de bordo. Independente da quantidade de rodinhas, entretanto, é importante que elas sejam de boa qualidade. Por isso, não se esqueça de testá-las bem antes de comprar.

3. Material. As malas podem ser flexíveis, semi-rígidas ou rígidas. Muitas pessoas acreditam que as malas rígidas são as mais pesadas. Mas isso nada mais é do que um mito. Existem malas rígidas extremamente leves e malas flexíveis pesadas em função do tipo de estrutura.

4. Presença de bolsos internos e externos . Bolsos são sempre úteis para guardar coisas pequenas e para ajudar na organização. Mas se pretende utilizar os bolsos externos na bagagem despachada, verifique se os há como fecha-los ou utilize-os apenas para o que possa ser facilmente substitído

5. Ziper. O ziper é um dos pontos mais vunerávies da mala. No link https://www.youtube.com/watch?v=yHKA14Ps7VA, a mala é aberta utilizando uma caneta. Para evitar isso, a mala deve ter ziper duplo, ou cadeado TSA para prender o zipper ou pelo menos uma alcinha para prender o cadeado. Se for possível, a zipper deve ser da YKK, melhor fabricante de ziper do mundo.

6. Cor e padrão. As pessoas normalmente compram malas de cores padrão, preta, azul e verde. Por isso, se for possível compre uma mala colorida ou uma capa estampada. Algo que facilite a identificação da mesma e evite que ela seja levada por engano.

7. Tamanho. Isso depende do objetivo. Se está comprando para uma viagem específica, ela deve ter o tamanho da viagem. Se a viagem for curta, a mala deve ser pequena pois assim ela não precisará ser despachada. Se a viagem for longa, a mala terá que ser maior. Mas não se esqueça que para as viagens aéreas, a mala tem tamanho máximo e como existe limite de peso, nem sempre dá para encher a maior mala.

Mesmo conhecendo e considerando todos esses pontos, nem sempre é fácil escolher a melhor mala.

 

Afinal são diversas as opções e os preços. Independente do tipo de mala que você escolher, o mais importante, na minha opinião, é comprar a melhor mala que seu orçamento permite. 

Prestando atenção não na marca, mas sim na qualidade. Material, rodinhas, zíper devem ser sempre da melhor qualidade possível. Não existe meio pior de terminar uma viagem do que ver sua mala semi destruída e aberta na esteira de bagagem. Já senti isso na pele. Só conseguia pensar: Meu Deus! Será que minhas compras se perderam?’. Ninguém merece essa sensação.




E a minha busca pela mala de bordo perfeita continua na próxima viagem.

terça-feira, 10 de março de 2015

Minha fiel companheira


Nossos companheiros de viagem são, com certeza, a parte mais importante da nossa viagem. Eles podem transformar qualquer viagem em sonho ou pesadelo. E um desses companheiros é nossa boa e velha mala. 

Ela é como aquele jeans que nos veste como uma luva. Aquele vestido de noite deslumbrante que nos transforma em uma supermodelo. Ou mesmo como aquele pijama preferido que nos abraça à noite com carinho. 

Nossa mala, assim como nossos outros companheiros, existem em vários estilos, tamanhos, material e formatos. Como a roupa ideal, a mala ideal é aquela melhor adequada ao tipo de viagem que se vai fazer. Afinal, ninguem quer passear por Morro de São Paulo arrastando uma mala de rodinhas. Ou chegar naquele hotel do congresso em Chicago com um mochilão nas costas.

São muitos os itens que variam em uma mala: tipo, tamanho, capacidade, número de rodas,material, peso, puxadores, ziperes, alças. 





Nesse post, vamos focar apenas em um desses aspectos, o tipo.

MALA COM RODINHAS
As malas com rodinha facilitam o deslocamento. Especialmente quando não se economiza nas roupas, nos sapatos e nos presentes. Por possuir formato retangular, na sua maioria, facilitam a organização. 




Modelo rígido em formato de R2-D2 com 4 rodas. Muito show.

Entretanto, quando o piso é irregular ou é necessário subir ou descer escadas elas não são mais tão conveniente. 

MOCHILA
A mochila é a preferida dos aventureiros e daqueles que se consideram descolados. Mas se antes as mochilas eram usadas apenas pelos jovens, hoje elas são usadas por todos.

Quem nunca ouviu falar dos viajantes da melhor idade mochilando pela Europa. Não é apenas uma figura de linguagem. É a melhor opção quando a viagem está cheia de deslocamentos. 



As alças verticais permitem levar uma quantidade razoável de pertences nas costas sem que trilhas, montanhas ou pisos irregulares se tornem obstáculos. E são fáceis de levar em qualquer tipo de transporte.

Entretanto, não é muito fácil mantê-la organizada. Dependendo do tipo de abertura localizar roupas e objetos dentro dela pode ser bastante difícil.

SACOLAS DE VIAGEM
As sacolas de viagem são leves e flexíveis. Possuem um bom espaço interno o que permite acomodar uma quantidade razoavel de itens. Mas lembre-se que não devem ficar pesadas demais pois não tem rodinhas para ajudar. Podem ser utilizadas com bagagem despachada ( dependendo claro do seu material) ou como mala de bordo. 


Por serem flexíveis sem estrutura rígida interna, não são muito resistentes a impactos. Se a viagem inclui longos percursos a pé ou pro terreno irregulares, carregar a sacola de viagem na mão ou apoiadas ao ombro pode ser cansativo.


Independentemente do modelo que você escolher, o mais importante é que sua mala seja adequada à sua viagem. 

Afinal, ela é sua inseparável companheira de viagem e ninguém quer passar a viagem inteira “arrastando uma mala sem alça”.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Malas prá quê te quero!?


Uma mala pode parecer um assunto proverbial ao se tratar de viagens mas é um desafio muito maior do que parece.


Atualmente as companhias aéreas restringem a quantidade, o tamanho e o peso não só da bagagem despachada como da bagagem de mão. 


Fazer uma boa mala é uma verdadeira arte e quem consegue ter sucesso nesta empreitada pode ter a certeza de que tem um talento raro.

Alguma vez você já embarcou para uma viagem de um mês com apenas uma pequena mochila? Isto é quase impossível.

Você consegue fazer as malas para um feriado de três dias com um mês de antecedência? 


Na minha família, diagnostiquei quatro comportamentos diferentes de fazedores de mala e eu acredito que todo mundo vai se ver, ainda que não totalmente, em uma delas.


O planejador

Possui uma lista detalhada do que deve ser levado em cada tipo de viagem. E a cada viagem essa lista é aumentada com algum item esquecido. Algumas vezes, algum item é retirado. Sempre preparado para qualquer situação, nunca é pego desprevenido mas tende a levar mais do que precisa. Não é o tipo que viaja só com a bagagem de mão. 

Meu exemplo: o Marcão. 

Para quem o conhece, isso não deve ser uma surpresa. Muito organizado possui listas detalhadas do que deve levar. Uma para os eletrônicos. Outra para os medicamentos. Mais uma para os itens de higiene e beleza. A única coisa com a qual não se preocupa é com roupa. Uma calça, uma camisa de manga, algumas regatas e shortinhos e ele está pronto.

O procrastinador

Nada de elaborar uma lista cuidadosa dos itens que precisa levar ou de planejar a bagagem antes da viagem. O procastinador tende a esperar até o último minuto para “planejar” e arrumar a bagagem. O procrastinador pode acabar com duas bagagens completamente diferentes. Uma enorme e pesada,na qual está tudo que vê e acha que tem a mínima possibilidade de precisar. Ou então, com uma mala leve com o básico e uma série de itens esquecidos. 

Meu exemplo: minha mãe. 

Se ela vai viajar no domingo, no sábado à noite depois de um dia inteiro trabalhando na creche, ela abre a mala em cima da cama e coloca o que ela acha que vai precisar. Como tem uma certa experiência, não consegue esquecer muita coisa. Mas já viajou sem carregador de celular. Sem chinelo. Sem touca de banho. Sem a escova de dentes. A vantagem é que ela tem bom gênio e muita iniciativa. Dá sempre um jeitinho, mesmo que não possa comprar o que esqueceu no destino.


O experiente

Não tem uma lista de itens a ser levado mas a experiência diz o que deve levar. Planeja

a mala de acordo com o roteiro feito para a viagem e a prepara com antecedência. Sabe que, na maior parte das vezes, a tendência é levar mais do que o necessário então separa tudo com antecedência e vai se auto-editando a medida que a viagem se aproxima. No final, leva apenas o necessário e raramente esquece algo essencial. 

Essa é a minha irmã mais velha. 

Já viajou mais de meio mundo. Passou por todos os continentes. Sabe exatamente o que precisa levar para cada destino.


O fatalista

Não importa o quanto você se preparou sabe que a chance é que você vai se esquecer de levar alguma coisa, e não há muito que você possa fazer sobre isso. Este tipo de pessoa gosta de viajar com pouco peso. Você provavelmente já saiu pela porta deixando algumas coisas para trás que você gostaria de ter levado, mas você tenta não permitir que isso arruíne sua viagem. 

Meu exemplo: eu. Esta humilde blogueira.

Não tenho uma lista de coisas a levar. Normalmente arrumo minha mala com uma semana de antecedência e vou editando, retirando e incluindo itens, e alterando até a data da viagem. 




Na sua próxima viagem, preste atenção com a forma que você lida com a sua bagagem. Se você tiver um estilo diferente, não deixe de nos contar.

sexta-feira, 6 de março de 2015

A passagem aérea está entre as maiores despesas que você terá em uma viagem. Por isso, conseguir um bom preço em uma passagem é sempre interessante. 


Algumas dicas podem ajudar nessa tarefa.

Seja flexível com as datas da viagem

Os preços das passagens aéreas variam dependendo do dia da semana, época do ano, e  próximo feriado, como Natal, Carnaval, Semana Santa. Evitar o período de férias e grandes feriados no destino também ajuda.


A mudança de apenas um dia pode fazer uma grande diferença no preço da passagem. Sempre pesquise o preço das passagens três dias antes e três dias depois do desejado. Isso pode representar uma grande economia. No caso de viagens internacionais, considere viajar durante o dia ou de madrugada. Como a maioria das pessoas prefere viajar à noite, esses voos tendem a ser mais baratos.

Voe para aeroportos secundários

A maioria das grandes cidades tem um aeroporto menor, secundário. Como nas passagens aéreas estão inclusas as taxas dos aeroportos e pequenos aeroportos cobram taxas menores, o voo para eles fica mais barato. Embora isso não aconteça muito no Brasil e aconteça em pequena escala nos Estados Unidos, na Europa a troca de aeroporto pode significar  uma grande economia. Por exemplo, nos Estados Unidos, você pode voar pela JetBlue para Long Beach, um perto do aeroporto de Los Angeles, em vez de voar para LAX (Aeroporto Internacional de Los Angeres) e com isso economizar algum dinheiro.

25 most terrible airports from around the world
 Que tal este pequeno aeroporto nos Himalaias?

Tente rotas alternativas

Não apenas as datas mas rotas alternativas também podem representar economia. Algumas vezes, é mais barato viajar para Portugal e pegar um voo em uma companhia menor para Amsterdã do que voar diretamente para Amsterdã. 

Existem tantas  empresas de aviação de baixo custo no mundo que muitas vezes alterar a sua rota, e quem sabe conhecer lugares surpreendentes, pode ser a melhor e mais econômica forma de viajar.

Utilize diferentes ferramentas de buscas

Não se esqueça de que não existe uma ferramenta de busca perfeita na Internet. Todas têm algumas falhas seja não considerar alguma companhia aérea, não considerar algum destino, não considerar algumas conexões. Lembre-se também que as ofertas não são as mesmas em todos os sites. E nunca desconsidere os sites da própria empresa aérea.

Compre com antecedência

A passagem aérea não deve ser comprada nem muito cedo nem tarde demais. Quanto mais perto da viagem você comprar, mais caro você vai pagar. 

Embora as empresas aéreas façam promoções quando não conseguem encher um voo, próximo da data da viagem é mais fácil, se o voo estiver muito vazio, é mais provável que o voo seja cancelado e os passageiros alocados em uma companhia parceira do que as passagens serem vendidas a preço de banana. 

Normalmente, para voos internacionais prefiro comprar as passagens uns seis meses antes da viagem.

Economize, mas com cuidado

Economizar nos dias de hoje, pelo menos para nós simples mortais, é essencial. Entretanto, alguns cuidados são necessários sempre ao optar por:
- um aeroporto secundário: certifique-se que ele possui acesso fácil e com custo razoável até o seu destino final. Muitas vezes, o que foi economizado com a passagem aérea pode desaparecer no transfer.
- voos low-cost:  verifique a franquia de bagagem. Pode parecer bobagem, mas saindo do Brasil para o exterior você tem direito de levar, sem custo, duas malas de 32 kg. Em alguns voos internos na Europa, por exemplo, você tem direito apenas a uma bagagem de mão de 5 kg. Qualquer bagagem, além disso, terá de ser paga e pode custar caro.
- voos diurnos ou na madrugada: certifique-se, caso chegue tarde, que é possível fazer check-in tardio no hotel reservado. Ou senão, se o aeroporto permite algum conforto enquanto você espera.


Mas acima de tudo, não se esqueça do ditado ‘Se a esmola é demais, o santo desconfia’. Embora existam grandes promoções na Internet, se ela estiver muito fora do padrão desconfie. Verifique se o voo existe, confirme o preço na empresa aérea, leia as letras miúdas, verifique comentários sobre o site/empresa. 


Não permita que, no afã de economizar, você acabe por perder tudo que gastou.