sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Papel de parede com a bela Paris.





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Quando viajar?

Sempre que possível! 
Pelo menos essa é a nossa opinião. 


Se fosse possível, passaríamos a vida viajando. Ficar em cada lugar até descobrir seus segredos, absorver seus ritmos, conhecer sua gente, imergir em sua cultura, saborear sua gastronomia, sentir na pele o que significa pertencer àquele lugar. E seguir para novo destino.


Mas infelizmente a vida não nos permite isso. Pelo menos por enquanto. Tenho fé que essa liberdade tanto de tempo quanto financeira está em nosso futuro.




Atualmente, fazemos normalmente duas viagens por ano. Uma mais longa para fora do Brasil. E outra mais curta no território nacional. As pessoas acham que estou brincando quando digo que nossos destinos já estão definidos até 2020.



Mas como decidimos em que mês vamos viajar e para onde?

Um fator que pesa na nossa decisão de quando viajar é a alta e baixa temporada de cada lugar. Para diminuir os custos, nos tentamos sempre viajar na baixa temporada. As passagens aéreas são mais baratas, assim como a hospedagem. As atrações estão menos concorridas tornando mais tranquilo apreciá-las. 

Outra época na qual raramente viajamos, especialmente nas viagens no Brasil, são os grandes feriados nacionais. Tudo fica lotado.


Outro fator que pesa na nossa decisão é o clima no destino. Somos um casal de extremos, e extremos opostos, no que diz respeito ao clima. O Marcão adora o frio, que ele nunca sente. Eu amo o calor. Com isso, evitamos viajar tanto no inverno quanto no verão.

Muito abaixo de zero! Tranquilo para o Marcão. E muito frio para todo mundo!


De um modo geral, viajamos em abril, maio, setembro ou outubro. Mas isso não é uma regra. Fora de temporada e sempre primavera ou outono, o que significa preços mais baixos e temperaturas mais amenas. Entretanto, isso não é uma regra imutável. 

Já viajamos para os Estado Unidos no final de Novembro para aproveitar a Black Friday americana que acontece em época bem fria. E como compramos!



Imagina o frio em Nova York! Esta bota é forrada com lã de carneiro.

Viajar para o Alaska no inverno é algo que está nos nossos planos. E acredito que existam poucos lugares que são mais frios que o Alaska no inverno.



Atualmente, acredito que não existe um mês ideal para ir a um determinado lugar. Tudo depende do nosso espirito de aventura.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Visto grátis para Dubai e Abu Dhabi pode gerar uma boa economia em sua próxima vigem.

Se você está indo para o Oriente Médio pela Etihad Airways é hora de aproveitar esta promoção. 


Mas antes analise se você precisa do visto.
Responda às perguntas: 
  1. Você vai apenas fazer conexão em Dubai (não vai sair do aeroporto e não vai mudar de companhia aérea)?
  2. Você é cidadão do GCC (Gulf Cooperation Council, o equivalente ao Mercosul para Kwait, Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Omã e Emirados Árabes Unidos)?
  3. Você tem nacionalidade em algum desses países? (Alemanha, Andorra, Austrália, Áustria, Bélgica, Brunei, Canadá, Chipre, Cingapura, Coréia do Sul, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Latvia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malásia, Malta, Mônaco, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, San Marino, Suécia, Suíça, Vaticano.)
Se você respondeu SIM a uma dessas perguntas, então você NÃO precisa de nenhum tipo de visto.
Se você não vai sair do aeroporto e não vai passar pela imigração então não vai precisar de visto. 
Se você é cidadão do GCC, basta se apresentar na imigração com a identidade do GCC ou com o passaporte do país de nacionalidade. Você não paga nada para entrar no país. 
Se você tem dupla cidadania (Brasil e Portugal ou Brasil e Itália, por exemplo), apresente o passaporte do país listado acima e pronto. Não apresente o passaporte brasileiro! Cidadãos desses países tem direito a 30 dias nos Emirados Árabes, renováveis por mais 30 dias, e você também não paga nada pelo carimbo no passaporte.
Se você respondeu NÃO a todas as perguntas acima, então você precisa do visto.

Tipos de visto para Dubai

Se você está viajando a turismo, você tem apenas duas opções: tirar um visto de trânsito ou de turismo.
Você precisa de um visto de trânsito se estiver de passagem por Dubai (e seu destino final for outro país) e se você quiser passar entre 8 e 96 horas (4 dias) na cidade.
Se você quiser ficar mais do que 96 horas em Dubai ou se o seu destino final for nos Emirados Árabes mesmo então você precisa tirar o visto de turismo.
A promoção
Até 31 de março de 2015, quem viajar pela empresa aérea Etihad com destino final para Abu Dhabi ou Dubai, terá isenção total da taxa de visto de turista.




    A Etihad Airways é a companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, com sede em Abu Dhabi. O nome Etihad corresponde à palavra árabe «união». Têm voos com destino a Ásia, América do Norte, América do Sul, Oriente Médio, Europa, e Índia.

    Todos os bilhetes com saída do Brasil emitidos de 1o de fevereiro a 31 de março (com viagens entre 1/02 e 30 de junho de 2015) estão contemplados nesta promoção.
  1. Mas observe que bilhetes emitidos por milhas não entram na promoção.

Para solicitar o visto grátis, o passageiro deve enviar digitalmente uma foto 3x4, uma cópia do passaporte, uma cópia do bilhete da Etihad de ida e de volta, uma cópia da confirmação do hotel e o formulário preenchido para o e-mail saotkt@etihad.ae, com o assunto “Visto gratuito”. 

O processo deve ser feito ao menos 20 dias antes do embarque.

Vale lembrar que nessa promoção a Etihad é uma “facilitadora” do visto, mas não é responsável por sua aprovação e emissão. 

Para entrar nos Emirados Árabes, além do visto, é necessário que o passaporte tenha uma validade mínima de 6 meses.

A economia
O visto do visto vária de acordo como tipo de visto, a companhia em que se viaja, época do ano ...

Passporte de Turista Brasileiro com carimbos do Aeroporto Dubai

O custo do Visto de turista está em torno de 130 USD. Os procedimentos e o pagamento são feitos no próprio Aeroporto de Dubai. Para solicitar basta apresentar as passagens e uma reserva confirmada em um hotel em Dubai.

O problema são os possíveis contratempos :
  1. Pode-se enfrentar um corre corre para processar o Visto de Transito. Os dois terminais do Aeroporto Internacional de Dubai são enormes e pode-se perder neles com facilidade.
  2. O passageiro que não falar inglês terá sérias dificuldades de comunicação.
  3. Correr atrás da obtenção desta permissão de entrada, após um longo e exaustiva voo à Dubai, é realmente algo penoso.
  4. O pior é o caso do passageiro que esteja indo a Dubai via Europa com outra companhia aérea que não seja a Emirates. Ele pode ser impedido de embarcar para Dubai. Isso ocorre por que os funcionários do check in na Europa não sabem como funciona o procedimento de obtenção do visto e não deixam o passageiro embarcar sem o visto em mãos. 
O melhor, é então, viajar com o visto em mãos. E se puder aproveitar esta promoção será melhor ainda.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Viajar para fora do Brasil é complexo?

Acredito que se você está lendo esse post é porque gosta de viajar. 

E muitas pessoas sonham em viajar para o exterior mas não tem ideia de por onde começar. Planejar uma viagem para fora do Brasil não é um bicho de sete cabeças como muitas pessoas imaginam. É claro que requer um pouco mais de planejamento do que jogar as sacolas no carro e descer para o litoral.

Em qualquer viagem, existem alguns pontos básicos que precisam ser definidos e planejados.

Destino
Esse é talvez o passo mais simples. A maior parte das pessoas, antes mesmo de começar a viajar, já sabe para onde ir. Então não há nenhum problema aqui.


Documentação
Se o destino é um dos países da América do Sul, a carteira de identidade com menos de 10 anos é suficiente. 
Para os demais países é preciso ter um passaporte válido e em alguns casos visto. 

O passaporte é o documento internacional padrão. É o documento de identificação de qualquer viajante fora do seu país de origem. O site da Policia Federal, http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/passaporte, explica tudo que é necessário fazer, o custo e o prazo. 


De uma maneira geral, o passaporte demora entre 10 e 15 dias para ser emitido. Entretanto, como possui uma validade de 10 anos, é aconselhável não deixar para última hora. Afinal, imprevistos sempre podem acontecer. 

Pessoalmente, mesmo não sendo necessário, eu prefiro sempre sair do país com o passaporte na mão mesmo para os países da América do Sul. 
Quanto ao visto, o processo é diferente dependendo do país. Uma pesquisa no site da Embaixada no Brasil do país de destino possui as informações necessárias. 
Como no caso do passaporte, é sempre bom verificar o processo com antecedência para evitar atropelos.


Datas da viagem
A antecedência na definição das datas da viagem permite um melhor planejamento e, consequentemente, ajuda a diminuir os custos da sua viagem.

Passagens aéreas
As passagens aéreas são mais baratas quando adquiridas seis meses antes da viagem. Além disso, as datas permitem que você verifique qual o clima no destino escolhido. Afinal, não há sentido em ir para o Colorado no verão se seu objetivo é esquiar. Ou ir para Nova York no inverno se você odeia frio.

Hospedagem
Não importa para onde você vai, sempre vai precisar de um lugar para dormir. 


Imagine ficar neste hotel: O Sun Cruise Hotel - Gangneung ( Coréia do Sul.)


Todas as cidades possuem diversos tipos de hospedagem, com certeza um deles se enquadra às suas necessidades e ao seu orçamento. Pode ser albergue, B&B, hotel ou aluguel de temporada. Às vezes só é necessário pesquisar um pouco mais.

Programação dos dias
Não é necessário planejar cada minuto do seu dia, mas é necessário conhecer um pouco da infraestrutura, da cultura e das opções do seu destino. Para isso, pesquise na Internet, converse com amigos que já foram lá, leia guias e revistas de viagem. 
Tudo vale. Só não se esqueça de levar as anotações com os detalhes e endereços quando embarcar.
O Marcão fica meses pesquisando sobre o que fazer no destino para ter uma programação que maximize tempo e custos.

Transporte
O tipo de transporte a ser utilizado vai depender muito do país e das cidades para onde você vai. Em algumas cidades, como Nova York, o ideal é utilizar o transporte público. 

Que tal passear neste trem na Índia?

Em Miami, um carro alugado pode ser fundamental. Para viajar entre alguns países na Europa, o trem é a melhor opção. 
Pesquise sobre o destino, verifique seu planejamento e decida pela melhor opção para sua viagem. Hoje já é possível viajar com o carro alugado, as passagens de trem compradas, tudo pronto.

Dinheiro
Esse é talvez o item mais complicado e mais delicado. Algumas pessoas dizem que é necessário levar 100 dólares por dia outras que 30 dólares são suficientes. 

Eu acho mais complicado do que isso e não acredito em um número mágico que sirva para todas as pessoas e todos os lugares. Tudo depende de você, do seu orçamento e do seu padrão de gastos. 


Os custos com hospedagem e transporte são conhecidos ou calculáveis, pois são definidos antes da viagem começar. Se você fez um planejamento, ainda que básico, é possível ter um ideia do custo com as atrações que deseja visitar como museus, teatros, parques e outros pontos turísticos. Em alguns casos, os ingressos podem ser adquiridos com antecedência. 

O custo com alimentação, que pode variar dependendo do tipo de hospedagem, também é possível de ser estimado. A Internet permite acesso a menus de restaurantes e lanchonetes com preços e sites de supermercado. 

Mesmo que você não vá comer ou comprar nesses lugares, dá para ter uma ideia de quanto se gasta com uma refeição no restaurante ou na lanchonete. No caso de viagens aos chamados ‘paraísos das compras’, o que você vai gastar é definido apenas pelo que você tem. 

Existem pontos que devem ser levados em consideração: o valor máximo que pode ser levado para o exterior, em espécie, sem declaração é de 10.000 dólares. Alguns países podem exigir prova de uma disponibilidade financeira mínima para permitir a entrada, mesmo quando os países não exigem visto.

Seguro de Viagem
Alguns países exigem o seguro de viagem, outros não. 
O objetivo desse seguro é cobrir despesas médicas e odontológicas com emergência. 

A conta de uma visita não prevista ao médico no exterior pode ficar muito alta. Eu nunca viajo sem seguro, pois emergências acontecem. Essa é a única despesa que não me incomoda fazer sem utilizar. 


Existem seguros mais completos e mais simples. Algumas empresas de cartão de crédito oferecem o seguro de graça quando o mesmo é utilizado na compra das passagens aéreas. Vale a pena verificar junto a operadora do seu cartão.

Idioma
Saber o básico do idioma local é necessário. Um simples ‘por favor’ acompanhado de um sorriso pode facilitar em muito a sua vida. Mesmo que não seja fluente na língua local, conhecer palavras como ‘sim’, ‘não’, ‘por favor’, ‘obrigado’, ‘desculpe’,’com licença’, ‘não falo sua língua’ sempre ajuda. 


Existem pequenos dicionários de viagem e vários apps para celular que são de grande ajuda. Falar um pouco de inglês ajuda na maioria dos países, especialmente nos locais mais turísticos. 

O espanhol também é uma opção em um grande número de países, e mesmo que você não seja fluente, é possível entender e se fazer entender.

Ufa!
Dando uma olhada na lista, parece ser muita coisa mas se você pensar bem não é muito diferente de viajar pelo Brasil. Alguns passos são mais simples, como por exemplo, definir quanto levar e arrumar a documentação. Mas os demais itens continuam valendo.
Caso algum ponto pareça muito complexo ou você não se sinta seguro para resolvê-lo sozinho, procure uma agência e eles irão te auxiliar no que você precisar. 
Pode entrar em contanto conosco também. Teremos prazer em te ajudar.
Em alguns casos, seu custo pode ser maior mas, a economia apesar de importante, não é tudo em uma viagem.  A tranquilidade em minha opinião vem em primeiro lugar.


O ponto básico de uma viagem internacional é o planejamento e a pesquisa, mesmo que você utilize uma agência de viagem. Lembre-se que você está indo para um país diferente, com cultura, hábitos e clima diferentes. 


Planejar é fundamental para que você possa aproveitar o máximo. Mesmo que seu sonho de viagem seja ‘se perder’ pelas ruas de Paris.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Como usar Tripadvisor ou posso confiar cegamente no Tripadvisor?


Toda vez que eu estou planejando um viajem, não importa se dentro do Brasil ou fora, eu utilizo o Tripadvisor como referência, especialmente para hotéis e atrações turísticas. Essa é uma prática comum atualmente é comum até nas agências de turismo onde os operadores utilizam o Tripadvisor para abonar os hotéis que eles recomendam. Entretanto, as informações que o site oferece não devem ser seguidas cegamente. É necessário mais do que simplesmente seguir o ranking oferecido pelo site.
Um dos problemas do Tripadvisor, em minha opinião, é a falta de clareza nos critérios utilizados para geração dos rankings. No caso de hotel, por exemplo, o que está em primeiro lugar de uma cidade que você conhece bem pode surpreendê-lo. Da mesma forma,o ranking de um hotel no qual você se hospedou, tenha gostado ou não, também pode ser surpreendente. 
Outro problema é a inexistência de categorização dos comentários.  Considere por exemplo, um hotel que possua um restaurante conhecido. Um comentário (reviews) negativo do restaurante do hotel  de uma pessoa que sequer estava hospedada, e se sentiu mal ou bem atendido, irá afetar o ranking do hotel. 
Embora o comentário possa ser válido, não necessariamente ele deveria afetar o ranking do hotel como um todo. Exceto talvez se ele for o único local para se comer nas redondezas, o que é a exceção e não a regra nesses casos.
Ou seja, deve-se  considerar algo mais do que apenas o ranking ao utilizar o Tripadvisor. É necessário um pouco de cuidado e bom senso ao utilizar o site. É preciso verificar também os comentários.
Mas também aqui é necessário tomar alguns cuidados. Alguns comentários podem pertencer a pessoas que estão viajando pela primeira vez e, que por falta de experiência,  consideram  tudo que encontram maravilhoso. Outras podem ser o tipo de pessoa que  nunca estão satisfeitas com nada e usam o site apenas para reclamar. Existem também as que querem se vingar do estabelecimento porque se sentiram mal tratadas ou preteridas. Ou aquelas com expectativas irreais que esperam tratamento 5 estrelas em um  estabelecimento de 2.
Com tudo isso, acabei desenvolvendo uma rotina para utilizar o Tripadvisor para melhor balizar as minhas escolhas de viagem, especialmente no caso de hotéis. Para escolher  um hotel eu sigo os seguintes passos:
  1. Faço a busca utilizando os critérios disponíveis, como localização, faixa de preço, tipo de hotel.
  2. Analiso os comentários do hotel observando, especialmente a quantidade de notas 5  e 1 .
  3. Se as notas são esmagadoramente altas, alguns chegam a ter 100% de notas 4 e 5, e em quantidade compatível com a idade do hotel, ele é um forte candidato
  4. Se a quantidade de notas 1 for muito superior as de nota 5, já descarto o hotel
  5. Leio os comentários de nota 1 e 2 buscando por um fio comum entre eles , como por exemplo, mofo em um quarto de hotel. Entretanto, sempre presto atenção em duas coisas. A primeira, as datas desses comentários, pois o problema já pode ter sido resolvido ou os comentários podem ser todos de um grupo que viajou junto e por algum motivo resolveram desabonar o hotel. E à escrita do comentário propriamente dita. Normalmente descarto comentários mal escritos, com erros de grafia e de concordância. Exceção feita, aos comentários escritos em outra língua que foram traduzidos pelo próprio site o que acontece muito quando se pesquisa o Tripadvisor em português.
  6. Se após a análise, eu achar que o ainda tem chance eu leio os comentários de nota 4 e 5  e vejo se eles são suficientes para contrapor as notas mais baixas.
  7. Tendo selecionado os hotéis possíveis, vou ao site dos hotéis para verificar os serviços oferecidos, o preço das diárias para o período, o acesso ao transporte público, o tipo de acomodação, etc.
  8. Verifico as fotos postadas pelos viajantes para tentar sentir o hotel. Não confio muito nas fotos postadas pelo próprio hotel pois são fotos profissionais onde tudo fica bem.
  9. Com a lista na mão, escolho, entre os selecionados, aquele que possui o melhor custo benefício.
  10. Para ter certeza que não há nenhum problema, faço uma pesquisa no Google com o nome do hotel e vejo se aparece algum comentário que desabone em outro site.
  11. Se nada suspeito aparece, assim sim eu faço a reserva.

Parece complexo, mas com a prática fica fácil e, basicamente, automático.
 Lógico que esse  processo não serve para tudo no Tripadvisor. No caso das atrações, por exemplo, verifico a lista para encontrar locais fora da rota turística mais habitual e para verificar se atrações mais habituais tem um número grande de comentários desabonadores. Acredito que determinar o que é interessante e vale a pena fazer em uma determinada viajem é muito mais subjetivo do que pontuar um hotel. Afinal depende das preferências pessoais de cada um. Ou mesmo de como o grupo de viajantes é composto.
O Marcão, por exemplo, adora museus e precisou de  duas horas e quarenta e sete minutos (eu cronometrei, afinal já era nossa terceira sala do dia)  para apreciar a sala de armaduras medievais no Museu Metropolitan em Nova York. E ela não era grande. 
Minha irmã, por outro lado, acha que mais de duas horas em qualquer museu é tempo demais. Quando viajamos juntas para Nova York gastamos menos de duas horas para fazer todo o Museu de História Natural.  
O grupo também muda a percepção das atrações. Pessoas viajando com crianças pequenas adoram o Zoológico no Central Park. Eu e o Marcão nunca conseguimos colocá-lo na nossa lista de prioridades.
Como qualquer fonte de informação na Internet, o Tripadvisor deve ser utilizado com bom senso e cuidado. Até hoje, seguindo esses passos nunca tivemos problemas com os hotéis que reservamos.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Passo a passo para escolher um imóvel de temporada

Meu processo para escolher um imóvel de temporada segue, normalmente, esses passos:
  1. Pesquisa na Internet para determinar as melhores áreas na cidade para ficar baseada em atrações a serem visitadas, facilidade de acesso, transporte publíco, etc.
  2. Pesquisa no VRBO, Tripadvisor e Airbnb  e seleção de alguns imóveis, algo em torno de sete, utilizando como critério:
    1. estar na região desejada;
    2. fácil acesso a transporte público;
    3. possuir wi-fi (não vivemos sem ela);
    4. existir em mais de um dos sites;
    5. possuir fotos, de preferência do interior e do exterior da propriedade;
    6. possuir reviews;
    7. aceitar pagamento via PayPal, Cartão de Crédito ou pela ferramenta do site;
    8. possuir calendário atualizado recentemente.
  3. Crio uma mensagem padrão e envio para os imóveis selecionados perguntando por disponibilidade e custo para o período e pelo endereço do imóvel. O preço nunca é apenas aquele exibido nos sites. Normalmente eles são acrescidos de taxa, depósito de segurança e taxa de limpeza.
  4. Entre os imóveis que responderam com disponibilidade e cujo preço total ainda cabe no meu orçamento, eu escolho o que mais me agrada.
  5. Nesse momento, faço uma busca na Internet pelo email do proprietário, pelo endereço do imóvel e por qualquer outra informação que possa ajudar a identificar algum problema.Além disso, utilizo o endereço no GoogeMaps para verificar a vizinhaça e se as fotos postadas conferem com a fachada do imóvel.
  6. Sempre existe alguma pergunta a ser feita ao proprietário, seja alguma dúvida sobre a  região, algum equipamento ou amenidade no imóvel, acesso ao transporte público.
  7. Se não houver nenhum problema, solicito o contrato de locação e as instruções para pagamento. Caso seja utilizado o paypal, faço nova pesquisa com a conta só para garantir.
  8. Tomadas todas as precauções possíveis, envio contrato assinado e o depósito.
  9. Antes de enviar o resto do pagamento, solicito as instruções para check-in.

Alugar um imóvel de temporada, desde que se tome os devidos cuidados, é algo que eu recomendo. Além da economia que é possível fazer, tenho que concordar com o Marcão que não existe nada mais chique que voltar para Paris depois de passar um final de semana em Londres e se sentir “voltando para casa”.


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Fotos de viagem. Registros de momentos mais que especiais.


No East River em Nova York.



Em Paris, em frente ao Museu do Louvre. Nossa aventura de Segway sob uma deliciosa e inesperada tempestade.


No Brooklyn em Nova York com o skyline mais famoso do mundo.


Em meio ao Rio de Foz do Iguaçu, Na aventura Macuco Safari.



No Museu de Cera Madame Tusseauds em Nova York. A estátua tinha mais de 3 metros de altura.


Com um dos carros da Nascar em frente ao Madison Square Gardem em Manhattan.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Eu e a Intenet. Como ela me ajuda a escolher um imóvel de temporada


Quando procuro por um aluguel de temporada, utilizo basicamente três sites: VRBO, Tripadvisor e o Airbnb.

Do ponto de vista de quem aluga, os locatários, os três sites são bem parecidos. A principal diferença está no tipo de propriedade ofertada. 


No Airbnb, você encontrará uma grande variedade de propriedades, desde de um quarto até uma mansão. Às vezes, o proprietário ainda estará vivendo lá enquanto você está no quarto de hóspedes e compartilha com ele as demais dependências do imóvel. 
Por causa desta flexibilidade, você vai encontrar acomodações mais baratas em Airbnb, especialmente para uma ou duas pessoas.


O VRBO se concentra em aluguéis de férias ou segunda residência. Ou seja, imóveis cuja utilização é primariamente o aluguel. Com isso, os proprietários nunca estão no imóvel enquanto você está lá.

O Tripadvisor reúne aluguel de temporada, B&B, hostels e hotéis em um único site. De uma maneira geral, entretanto, não costuma alugar apenas um quarto em um apartamento ou uma cama.
Na maior parte das vezes, minha primeira opção é o VRBO.  O VRBO.com, ou Aluguel de Temporada pelo Proprietário do inglês Vacation Rental by Owner, existe a mais de 15 anos e recentemente foi adquirido pela HomeAway, um dos maiores nomes do aluguel on-line.

Nas nossas últimas viagens, sempre utilizamos o aluguel de temporada. E eu sempre optei por alugar pelo VRBO, ou porque era o imóvel que mais me agradava ou por apresentar preço menor que os outro sites para o mesmo imóvel.
Embora esse tipo de transação possa apresentar problemas, e a Internet está repleta de pessoas que tiveram problemas inclusive com o VRBO, sempre tivemos uma ótima experiência com as nossas escolhas. Os apartamentos eram sempre iguais ou melhores do que o descrito no site. 

E, apesar de termos enfrentado alguns pequenos contratempos, não foi nada que prejudicasse o prazer da viagem ou desabonasse o imóvel. E todos eles foram resolvidos prontamente pelo proprietário.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aluguel de Temporada: Vivendo um sonho.

Aluguel de temporada é para a maioria das pessoas apenas uma forma de economizar nas viagens.

Entretanto, há um outro lado do aluguel de temporada que passa despercebido por muitas pessoas: a possibilidade de viver, por alguns dias, um estilo de vida que você sonha ou gostaria de experimentar.
Pode ser uma casa em Malibu, um Château no Vale do Loire, uma cobertura em Nova York ou até mesmo um castelo no interior da Inglaterra. 


Para nós, pobre mortais, acredito que, exceção feita a acertar a mega-sena da virada, viver em um imóvel como estes é algo improvável. Entretanto, o aluguel de temporada pode tornar este sonho realidade, ainda que seja por apenas alguns dias.

Isso não quer dizer que ao alugar um imóvel de temporada não se tenha economia em relação a outras formas de moradia. Significa apenas que, não necessariamente, você fez "a" maior economia possível.

Um exemplo disso, é a nossa estadia em Miami na próxima viagem à Florida. 


Está é a portaria do do complexo Icon Brickell.

Em lugar de reservarmos um hotel razoável nós decidimos alugar um imóvel de temporada e economizar neste item da viagem. Isto por si só já implica em economia dada as altas taxas dos hotéis, a dificuldade de cozinhar etc. Entretanto, como diz o título deste post: decidimos materializar um sonho: viver a experiência de ser um morador de alto padrão em Miami. 


Recepção do prédio.

Nós poderíamos ter economizado muito ao alugar um apartamento simplesinho fora da área turística.ao alugar o nosso apartamento em Miami. Mas um hotel na mesma área do apartamento com as mesmas características custaria pelo menos três vezes mais. Escolhemos viver um sonho: um apartamento de andar alto com uma vista espetacular da cidade e do mar da costa americana. Luxo diante de um mar azulzinho.

Alugamos um apartamento no 46º andar da Torre III do complexo Icon Brickell, considerado um dos endereços residenciais mais reverenciados em Miami. Além de acabamentos de luxo em instalações de classe mundial,  as amenidades do Icon Brickell  incluem uma piscina longa com pouco mais de 91 metros, uma banheira de hidromassagem para 50 pessoas, bar ao lado da piscina, serviço de toalhas, sala de jogos, cinema, estacionamento 24 horas, serviço de valet, portaria 24 horas, um spa espetacular e um invejável centro de fitness. Ah, a piscina, é a maior de Miami e tem um detalhe show: borda infinita.



A piscina.


A vista da varanda.


O complexo que inclui o hotel Viceroy.

A piscina no topo do prédio.



O spa.

Sua localização é perfeita para férias. A curta distância das lojas, restaurantes e bares na Mary Brickell Village e próximo ao Brickell City Centre um complexo residencial e comercial em desenvolvimento. 




Está próximo a áreas verdes. Miami Circle Park faz fronteira com o Icon ao norte, enquanto Brickell Parque faz fronteira ao sul.

E, como se não bastasse, fica próximo a uma estação do metromover, o que permite o acesso  a várias atrações a cidade sem necessitar utilizar carro, ou seja, sem ter que se preocupar com o famoso "onde vou estacionar". Um problema em Miami como em todas as grandes cidades do mundo.



Fotos do MetroMover.

Outros detalhes que gostamos do local do prédio é ter uma butique Nespresso e um Whole Food a 10 minutos à pé.

Na sua próxima viagem quem sabe você não resolve também viver, ainda que por uns poucos dias, em imóvel que você sempre sonhou?


Mas prepare-se. O difícil, segundo o Marcão, será voltar para a vida normal.

Escrito pela amada esposa Andréa.