sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Aquecendo os motores para a Europa

Enfim, após um ano de preparação está chegando o dia de embarcarmos para nossa viagem à Europa.

Inicialmente vamos para Lisboa.



Em seguida vamos para Paris. Alugamos um apartamento que fica entre a Torre Eiffel e Les Invalides.



De Paris vamos ao Vale do Loire conhecer os castelos.





Faremos uma pequena incursão por Londres para ter uma idéia do quanto a cidade é uma ótima opção de viagem.

Em Londres ficaremos no hotel K+K George. Muito bem indicado.



Quase terminando nossa estada em Paris iremos ao Chateau de Versailles.


Em Versailles ficaremos hospedados no cinematográfico 
Waldorf Astoria Trianon Palace Versailles Hotel.


Com certeza esta viagem vai ser inesquecível.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Chelsea e Meatpacking District - vizinhanças descoladas de Manhattan



A não ser que alguém lhe indique uma ia ao Chelsea, esta será provavelmente uma das regiões que passará despercebida pela maioria dos turistas.
Não há grandes atrações, nem monumentos históricos conhecidos, no entanto, nos últimos anos tem se tornado um dos bairros mais cool de Nova York, com lojas de grife e uma vida noturna animadíssima, frequentada por modelos famosas e gente da grana, ou seja, nada mão de vaca!

Mesmo assim, depois de todo o roteirão turístico básico, que incluiDowntownTimes Square e Central Park, caso você deseje sair um pouco do lugar-comum e desbravar com maior profundidade a Big Apple, um percorrido pelo Chelsea pode ser muito interessante e pitoresco.


Um bom roteiro que se preze pelo Chelsea deve começar peloChelsea Hotel, na rua 23 entre a Sétima e Oitava Avenidas. Este hotel representa muito da história deste bairro, pois foi onde se hospedaram centenas de grandes artistas, alguns em início de carreira com a grana curta e que não podiam pagar hotéis melhores, mas outros que vieram simplesmente pela aura do Chelsea Hotel, para, quem sabe, se imortalizarem um dia.


A galeria de celebridades é longa, passando por Janis Joplin, Leonard Cohen (que compôs uma canção homenageando o hotel), Arthur C. Clarke, Mark Twain, William Burroughs, Dylan Thomas, Arthur Miller, Allen Ginsberg, Jack Kerouac, Sartre e Simone de Beauvoir, Charles Bukowski, Stanley Kubrick, Uma Thurman, Iggy Pop, Bob Dylan, Piaf, Alice Cooper, Jimmy Hendrix, e uma porção de outros.

Se você é um artista, este lugar é um prato cheio.



Prossiga até a Nona Avenida e vire em direção ao sul, descendo pela calçada à esquerda da rua. Neste trecho, há uma porção de lojinhas, lanchonetes e restaurantes super-legais, num misto de modernidade e tradição que caracteriza o Chelsea.


Ainda na Nona Avenida, entre as ruas 16 e 17, você encontrará oChelsea Market, uma espécie de mercado fechado, com opções gastronômicas e compras, com uma decoração muito interessante, preservando vários elementos da antiga fábrica de biscoitos que havia lá.


Ao chegar na rua 14, você terá desembocado no Meatpacking District, o antigo bairro dos matadouros e açougues da cidade, e que hoje dá a lugar a algumas lojas chiquetérrimas, dos melhores designers, além de restaurantes de chefs reconhecidos internacionalmente. Você também pode dar uma parada para conferir as novidades na loja da Apple na Nova Avenida com a rua 14.


O Meatpacking District é também conhecido por sua animada vida noturna, com gente bonita e adinheirada, que desfila por seus bares e festas.


Depois de explorar as ruas ao redor, inicie o retorno subindo no High Line, o parque suspenso que corta todo o Chelsea, ao de várias quadras até Midtown. Se o dia estiver bonito, sente-se para descansar um pouco e admirar o cenário urbano, belíssimo em qualquer época do ano.

Por fim, se você ainda estiver com disposição, pode dar uma esticada em sentido oeste até o Chelsea Piers, um enorme complexo de entretenimento às margens do Rio Hudson, com boliche, quadras de esportes, golfe e uma marina. Senão, você pode iniciar o retorno para o lado leste, em direção ao Madison Square Park, onde passam várias linhas de metrô.

http://www.chelseapiers.com/ 

Se você fizer este roteiro com tranquilidade, parando para conferir as lojas e descansar um pouco, 2 horas e meia são o suficiente.


Exibir mapa ampliado 

***

domingo, 15 de abril de 2012

Passagens cobertas em Paris

Bem escondidas entre duas ruas, repletas de charme, as passages parisienses são verdadeiros tesouros da arquitetura.




Não é de hoje a ideia de  se construir passagens cobertas cheias de lojas. Este fenomeno  iniciou-se no século 19 em Paris e em seguida se espalhou pelo interior da França e ganhou o mundo.




No inicio, Paris possuia cerca de 150 passagens animadas com muitas lojas, cafés e espetáculos sendo frequentadas por todas as classes sociais. Com o passar do tempo e as evoluções  urbanisticas elas deixaram de existir e atualmente nos resta  aproximadamente 20 que se encontram nos pontos vermelhos no mapa abaixo.



Algumas delas:

Galerie Colbert: Foi construída em 1826 com intuito de ser uma forte concorrente da galeria Vivienne. Fechada em 1975, ela foi reaberta dez anos depois, bem parecida com o seu projeto original. Le Grand Colbert, um dos restaurantes mais famosos de comida francesa de Paris, fica na entrada desta galeria.


6, rue des Petits-Champs

4, rue Vivienne, 75002 Paris
Aberta todos os dias
Passage Jouffroy: Uma das mais movimentadas de Paris, a passagem Jouffroy foi a primeira construída em ferro e vidro e a primeira a ter um sistema de aquecimento. Sua construção é  de 1836, mas em 1978 ela passou por uma reforma completa. A segunda entrada do museu de cera Grévin fica dentro desta galeria. La encontramos 3 lugres agradaveis para se fazer uma pausa e provar as deliciosas patisseries francesas (La tour des délices, Le valentin e la cure gourmande).




10-12, boulevard Montmartre
9, rue de la Grange-Batelière, 75009 Paris
Aberta todos os dias das 7h às 21h30

Passage des Panoramas: Conhecida por ter tido os bares que concentravam artistas de teatro da cidade. Atualmente, ela possui um comercio de luxo, bares, restaurantes, bistrôs e um charmoso salão de chá atraem muitas pessoas ao local.



11, boulecard Montmartre
10, rue Saint-Marc
38, rue Vivienne
151, rue Montmartre, 75002 Paris
Aberta todos das 6h à  meia noite

Passage Verdeau: Passagem onde encontramos essencialmente livrarias, sebos e outros vendedores de telas e bijuterias além de um delicioso café italiano, lugar ideal para ser fazer uma pausa para curtir o local.


6, rue de la Grange-Batelière
31 bis, rue du Faubourg-Montmartre, 75009 Paris
ouvert
De 2af a 6a f das 7h30 à 21h
Nos fins de semana das 7h30 às 20h30

Galerie Vivienne: Fica entre o  Palais Royal e a antiga bolsa de valores de Paris. Esta galeria é um luxo so com sua decoração neoclássica e seu chão coberto por mosaicos assinados pelo italiano Gian Domenico Facchina. Parada obrigatória na adega e loja de delicateces Legrand e no salão de cha Priori thé.


4, rue des Petits-Champs
5, rue de la Banque
6, rue Vivienne, 75002 Paris
Aberta todos os dias das 8h30 às 20h30

Outras passagens:

Passage du Bourg-l’Abbé

120, rue Saint Denis
3, rue Palestro, 75002 Paris
Aberta de 2a f a sabado das 7h30 às 19h30
fechado nos feriados e domingos

Passage Brady

46, rue du Faubourg Saint-Denis
33, boulevard de Strasbourg (tronçon couvert)
22, boulevard de Strasbourg
43, rue du Faubourg Saint-Martin (tronçon à ciel ouvert), 75010 Paris
Aberta todos os dias

Passage du Caire

2, place du Caire
33, rue d’Alexandrie
237-239, rue Saint-Denis
14, 34 et 44, rue du Caire, 75002 Paris
Aberta de 2a f a 6a f das 7h às 18h30
fechada nos fins de semana

Arcade des Champs-Elysées (Lido)

76-78, avenue des Champs-Élysées
59 rue de Ponthieu, 75008 Paris
Aberta todos os dias

Passage Choiseul

40, rue des Petits-Champs
23, rue Saint-Augustin
40, rue Dalayrac
59-61, rue Sainte-Anne, 75002 Paris
De 2a f à sabado das 7h às 21h
Domingo das 8h à 21h

Passage du Grand-Cerf

145, rue Saint-Denis
10, rue Dussoubs, 75002 Paris
Aberta de 2a f a sabado 8h30 à 20h30

Galerie de la Madeleine

9, place de la Madeleine
30, rue Boissy-d’Anglas, 75008 Paris
Aberta de 2a feira a sabado das 8h às 19h
Fechada os domingos e feriados

Galerie du Palais Royal

2, place Colette, 75001 Paris
Aberta todos os dias

Passage du Ponceau

212, rue Saint-Denis
119, boulevard de Sébastopol, 75002 Paris
Aberta de 2af a 6a feira de 8hs as 19hs

Passage du Prado

16, boulevard Saint-Denis
16, rue du Faubourg Saint-Denis, 75010 Paris
Aberta todos os dias das 9h30 as 19hs

Passage des Princes

5, boulevard des Italiens
97, rue de Richelieu, 75002 Paris
Aberta de 2a f a Sabado de 8h às 20h

Passage Puteaux

33, rue de l’Arcade
28, rue Pasquier, 75008 Paris
Aberta de 2a f à 6 f das 7hs à meia noite

Passage Vendôme

3, place de la République
16, rue Béranger, 75003 Paris
Aberta de 2a f a 6 f das 7h15 às 20h
Sabado dasl 8h às 20h

Galerie Véro-Dodat

19, rue Jean-Jacques Rousseau
2, rue du Bouloi, 75001 Paris
Aberta de 2a f à sabado das7h à 22h

terça-feira, 3 de abril de 2012

Vida dura! O transporte público em Roma




Se você não é o tipo habituado a usar ônibus ou metrô na vida, o sistema de transporte público de Roma pode lhe parecer caótico.


Só existem duas linhas de metrô, A e B, que cortam a cidade em forma de X. O metrô é rápido e geralmente cheio.

A malha de ônibus, por sua vez, é gigantesca e, nos dias úteis, passa um ônibus atrás do outro. Não é muito fácil entender qual ônibus vai para onde, nem onde você deve desembarcar. O ideal é você pedir a informação para o concierge de seu hotel como você deve fazer para chegar de um ponto ao outro e anotar, assim fica mais fácil se orientar. Os idosos italianos também são grandes fontes de ajuda.


Nas paradas do ônibus (fermata) há a indicação de todas as paradas e para onde vai, mas isto só facilita sua vida se você souber onde terá de descer.
Ter um mapa em mãos é sempre uma boa maneira para controlar o itinerário e, se você utilizar os monumentos como pontos de referência, você terá uma ideia de onde está e quanto falta para chegar ao destino.
Há também linhas de tram, um trenzinho de superfície rápido e limpo, mas as opções são limitadas.

A passagem de transporte público custa 1 euro e vale por tempo, por uma hora e quinze. Neste intervalo, você pode utilizar o metrô uma vez com direito a uma conexão de ônibus (ou vice-versa), ou trocar quantas vezes de ônibus ou tram.


Você pode comprar os bilhetes para ônibus e metrô nas tabacarias (procure os estabelecimentos com um T, de Tabacchi, na porta).


Assim que você embarcar no ônibus, você deve convalidá-lo nas máquinas amarelas na frente e no fundo do veículo. No metrô, basta inseri-lo na catraca e pegá-lo novamente.

No entanto, se você estiver hospedado na região central, é bastante provável que você utilize bem pouco o transporte público, pois quase tudo pode ser feito à pé, e eu lhe garanto que não há nada mais agradável do que caminhar por Roma.

E fique sempre atento a seus pertences, principalmente nos ônibus e metrô partindo de Roma Termini, a principal estação de trem da cidade, pois é o roteiro favorito dos punguistas.

E deixe para pegar táxi em última circunstância, pois é caro e você corre o risco de se desesperar ao ver o taxímetro rodando num congestionamento.


Fonte: http://www.maosdevaca.com/2012/04/roma-para-maos-de-vaca-deslocamento-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+NovaYorkParaMos-de-vaca+%28Nova+York+para+M%C3%A3os-de-vaca%29

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pedalar em Paris. Uma ótima opção.


Como o próprio slogan diz: ” A vida é mais bonita de bicicleta” e acredito que seja verdade. Em Paris é muito fácil e barato alugar uma bicicleta.
Andar de táxi na Europa, é muito caro e em Paris, tem mais um detalhe: são muito raras as vagas para estacionar nas ruas, estão sempre cheias, existem muitos lugares proibidos para estacionar, existem muitos carros e, consequentemente, engarrafamentos em muitos horários.
Então, alugar um carro em Paris, nem sempre é a melhor das opções. Andar de metrô é uma boa opção, talvez uma das melhores, mas tem gente que não gosta. Mas e aí??
Alugue uma bicicleta. Sim, em Paris é possível. Muito rápido e fácil de alugar uma bicicleta.
O sistema Vèlib’ funciona 24horas por dia, 7 dias por semana.
É muito simples para pegar uma bicicleta, basta escolher uma das disponíveis no bicicletário (luz verde), vá até o terminal e escolha, passe de 1 dia = 1 euro ou de 7 dias = 5 euros. (Caso você more em Paris e possua o cartão anual de vèlib’, você obtem uma bicicleta diretamente da onde ela está parada). O pagamento é efetuado via cartão de crédito, para garantir as boas condições dos equipamentos, pois, caso uma bicicleta seja devolvida em péssimas condições, será debitado um valor de 150 euros da sua conta, para reparo da bicicleta.
Tendo o passe de 1 dia por exemplo, os primeiros trinta minutos que você andar são de graça, mas se por exemplo você andar 1 hora de bicicleta, pagará 2 euros. Na verdade o passe de 1 ou 7 dias, te da direito de pegar bicicletas o dia inteiro, quantas vezes quiser, mas esse fato não interfere no tempo em que você vai estar pedalando. Então fica a dica, de sempre estacionar a sua bicicleta até 30 minutos e quem sabe logo em seguida já pegar outra.
As tarifas para andar são:
até 30 minutos = grátis
30 à 1 hora = 1 euro
1 hora até 1:30 = 2 euros
1:30 até 2h = 4 euros
e 4 euros por cada meia hora que passar de 2 horas.
Para ver as estações de bicicleta em Paris, clique aqui
Para devolver a bicicleta, espere a luz verde acender.
para maiores informações visite: Vèlib’
e Bom passeio!
Abraço!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Andreas Feininger - um mestre da fotografia



O francês Andreas Feininger (1906-1999) se destacou como um dos mais importantes fotógrafos do século 20 em um ramo bem específico: a fotografia de arquitetura e industrial.

Filho de uma família americana de origem alemã, Feininger nasceu em Paris e passou a juventude na Alemanha, onde estudou arquitetura na famosa escola Bauhaus. No começo dos anos 30, focou sua carreira na fotografia. Em Paris, trabalhou para Le Corbusier e abriu uma agência especializada em fotografia de arquitetura em Estocolmo, Suécia.

Porém, foi em 1939 que sua vida deu uma guinada. Mudou-se para Nova York e, em 1943, entrou para a equipe da revista LIFE, onde ficou até 1962.

Feininger se tornou um dos mais importantes fotógrafos da revista e ajudou na consolidação daquela publicação como a maior referência do fotojornalismo mundial. Suas imagens são poderosas esteticamente e impecáveis na composição. Como gostava de afirmar, seus princípios eram “clareza, simplicidade e estrutura”.

Aqui estão algumas de suas belas fotografias de Nova York.

1.  Empire State Building durante racionamento de energia, Nova Yortk – 1943. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
2.  Federal Reserve Building (esquerda) e a Bolsa de Valores ao fundo, Nova York – 1944. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
3.  Vista da região da rua 34 em Nova York – 1957. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
4.  Ponte George Washington, Nova York – 1948. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
5.  Times Square, Nova York – 1954. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
6.  Avenida Broadway com a rua 45, Nova York – 1954. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
7.  Hall da ONU, Nova York – 1951. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
8.  Hall do novo prédio da Time & Life, Nova York – 1960. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
9.  Elevadores do novo prédio da Time & Life, Nova York – 1960. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
10.  Depósito do exército no Brooklyn, Nova York – 1948. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
11.  Prédios com projeto de Peter Stuyvesant, Nova York – 1949. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
12.  Navio Queen Mary no rio Hudson perto da rua 42, Nova York – 1946. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
13.  Porto de Nova York, 1946. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
14.  Vista de Nova York a partir de Nova Jersey, 1945. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)
15.  Praia de Coney Island no feriado de 4 de Julho, Nova York – 1949. (Andreas Feininger/Time & Life Pictures/Getty Images)