sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal de Primeira Classe. Com certeza!


Dentro de alguns dias 2012chega, tal qual um trem acelerado,  a esta estação.
Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.












Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.










Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem. 
Desdobre o mapa e planeje roteiros.










Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida. E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.
Desembarque nela os seus sonhos…


Desejamos que a sua viagem pelos dias desse novo ano seja de Primeira Classe!!!



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Nosso sonho de consumo: Uma viagem de volta ao mundo sem data de retorno.


Se uma viagem de curta duração exige muito planejamento. Uma de volta ao mundo, sem preocupação com a data de retorno, então ...



O valor.
Uma previsão financeira é indispensável apesar de quase impossível.



Para quem não está nadando em dinheiro (o nosso caso) a opção é por uma viagem do tipo baixo custo. O orçamento é mantido no mínimo possível e ao mesmo tempo consegue-se viver a realidade de cada país. Nosso entendimento de viver a realidade do país é: comer o que os locais comem, utilizar os transportes comuns ao local. Na grande maioria das vezes trem, metrô, ônibus, tuk tuk etc. Avião somente onde o custo/benefício é extremamente justificado. E por fim nos hospedar em locais alugados, hostel ou bed and breakfast (B&B) e não em hotéis. 
Um valor razoável por dia de uma viagem baixo custo pelo mundo é de US$ 130,00 por dia com tudo incluído. Claro que é um custo médio calculado em gastos mensais.


Disponibilidade do dinheiro
Não dá para levar todo o dinheiro necessário o tempo todo. 

Atualmente há três boas alternativas: 
  • dinheiro em espécie.
  • cartão de crédito.
  • cartão de débito do tipo Visa Travel Money.


O problema com dinheiro é o bom e velho assalto. Um bom cinto de viagem pode ajudar a proteger mas não evita que sua perda.
Em muitos países o cartão de crédito não é muito útil, pois a aceitação na função crédito é baixa, como por exemplo, na África e Ásia e também, por incrível que pareça, em alguns países da Europa. De qualquer maneira o cartão deve ter duas características muito importantes: ausência de taxas por saque no exterior e um bom limite para saque.
O cartão tipo Visa Travel Money é um cartão pré-pago. Carrega-se o cartão com dinheiro que é convertido em dólar ou euro. Pode ser usado em mais de 150 países na rede associada ao Visa. Pode ser usado para débito sem custo adicional ou função saque com taxa de 2,5 euros ou dólares por saque. O legal é não fazer saques pequenos por causa do valor da taxa.  Este cartão pode ser recarregado do exterior, basta entrar em contato com o banco por email e fazer uma TED para conta corrente indicada pelo banco. Automaticamente o cartão estará recarregado. Ele também serve para prevenir oscilações bruscas de câmbio.

O roteiro.
Muito planejamento.



Planejar o roteiro é, em nossa opinião, o grande desafio. Em uma viagem de volta ao mundo é necessário levar pouca bagagem e tudo na bagagem deve ser prático. O ideal é fazer um roteiro em que se vá visitando locais em que se tenha estações de primavera ou verão. 



Locais de inverno ou que são naturalmente frios precisam de mais planejamento por causa de acomodação, meios de transporte, roupas, luvas, calçados adequados e até protetores de ouvido e óculos.  Assim, a primavera é nossa meta. 



Como nosso ponto focal é cultura a prioridade são monumentos, museus, mosteiros, igrejas, templos e maravilhas arquitetônicas.


Um roteiro pré-formatado de companhia aérea é viável?
E porque simplesmente não comprar uma passagem?



A passagem de volta ao mundo impõe várias regras que são inconvenientes para nosso tipo de viagem. Existem três alianças mundiais (Star Alliance, One World e Skyteam) que vendem este tipo de passagem e cada uma delas tem um tipo de restrição:
1) Seus trajetos devem ser sempre num mesmo sentido do planeta (oeste–leste). Não pode haver trajeto em sentido contrário a este.
2) O ponto de chegada de um trajeto obrigatoriamente deve ser o ponto de partida do próximo trajeto. Isto restringe bastante a mobilidade. Principalmente para nós que planejamos passar por vários países de trem e economizar nas passagens de avião.



3) Estas alianças mundiais são compostas por companhias globais que não voam para países como Tanzânia, Laos ou Camboja. Países muito interessantes.

4) O planejamento dos trajetos deve ser extremo e seguido em cada detalhe. Existe a possibilidade de alteração de datas e roteiros, mas em alguns sempre são taxadas. Para roteiros flexíveis como o nosso isto se torna uma obsessão. 


Mudanças de roteiro.
A teoria na prática é outra.



Todas as nossas viagens são muito planejadas mas ao mesmo tempo consideram várias possibilidades alternativas.

Há pontos de controle que têm a função de acerto de rota e de balanço do que já foi realizado. Neste ponto de controle a próxima etapa é decidida em função das condições atmosféricas, prioridades, dinheiro disponível, datas comemorativas, fechamento sazonal ou para obras de pontos de interesse etc.

Não há como ficar correndo atrás daquilo que não foi feito em determinado período de tempo. 




Em nossa última viagem a Washington dedicamos dois dias para os monumentos sendo que inicialmente só tínhamos reservado um dia. A mudança se justificou pela beleza dos trajetos á pé. Outras coisas foram despriorizadas sem apêgo ou arrependimento.



Tempo de preparo.
Um ano é suficiente?


Estamos planejando a nosso próxima viagem a Paris há mais de 4 meses e deverá tomar pelo menos um ano de organização. Como estamos planejando também as próximas viagens até 2019 é impossível prever  o tempo necessário para planejar este tipo de viagem. Vale a máxima: quanto mais melhor.



As fontes de informações são a Internet (que faz toda a diferença), pessoas que já fizeram o mesmo tipo de viagem e livros sobre lugares maravilhosos a serem visitados. 

Apesar da globalização se estender por quase todo o planeta é nosso objetivo visitar vários lugares "isolados" deste processo. Planejar uma viagem para Europa, por exemplo, é bem fácil e todas as informações mais importantes podem ser obtidas na Internet. Mas quando se trata de descobrir se existe algum tipo de transporte para cruzar o rio Rovuma na fronteira entre Moçambique e Tanzânia não é tarefa das mais fáceis. Como não conseguimos considerar um planejamento como bem feito com este tipo de lacuna o resultado acaba sendo muito trabalhoso.


A mala.
Há uma mala ideal?



Como a Andréa morre de frio e o Marcão morre de calor nossas malas são muito diferentes. O básico é roupa fácil de lavar e que não precisa ser passada, sapatos adequados, artigos de banho e barba essenciais, desodorante, perfume, chinelo, artigos de primeiros socorros e óculos de sol. De acordo com o roteiro pode ser necessário levar roupa de cama e toalhas.
A primeira mala do Marcão, quando começou a viajar com Andréa, tinha pelo menos uns 300 itens. Com os quilômetros viajados vai se percebendo que se precisa de bem pouco para viver. Em nossa última viagem de 25 dias pelos EUA o Marcão usou duas camisetas dry-fit track&field. Lavam fácil e secam quase instantaneamente.
O ideal é apenas uma mala de mão. Simples assim.


Visto e Passaporte.
Para cada país um visto?



Muitos vistos são válidos por três meses após a emissão. Para viagens longas não há como sair do Brasil com todos válidos.
O que se tem a fazer é providenciar o visto no país anterior ao próximo que exige visto.  O roteiro precisa considerar a visita à embaixada ou ao consulado. E o prazo para emissão do visto.


Outra maneira simples é pegar o visto diretamente na fronteira quando possível.

Vacinas.
E haja agulhas!

De posse do roteiro, mesmo que rascunhado, é necessário pesquisar nos sites dos países e listar as vacinas necessárias e suas profilaxias. Aí é buscar as vacinas sem custo. 

Seguro saúde.
Melhor prevenir.

Não viajamos sem seguro saúde. É um item que esperamos não usar mas que é necessário. Já pensou ter uma infecção na Bulgária? E não ter a quem recorrer! 



Em geral não são baratos e variam com idade e local segurado.



E vamos que vamos!

Quer se juntar à nossa viagem?




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Lembranças de viagem podem ser belas, eternas e úteis.


Muitas são as recordações que trazemos quando regressamos de uma viagem. Além das que ficam na nossa memória trazemos fotografias, vídeos, programas de espetáculos, souvenirs e, dependendo do lugar, compras, muitas compras.

Uma coisa que recomendamos é que ao decidir trazer lembranças de viagem que você traga coisas úteis. Coisas que se pode usar. Coisas que são apenas enfeites acabam em uma caixa no fundo do armário. Por falta de espaço ou por não combinar com o resto da decoração.

Entre os itens que nós sempre trazemos estão os enfeites de Natal. Além de trazerem à lembrança os lugares aonde estivemos, eles unem duas das coisas que mais gostamos: viajar e celebrar o Natal.

Quando for viajar, pense nisso. Traga como recordação da viajem algo que seja útil, que você vai poder usar várias vezes. Essa é a melhor maneira de manter sempre viva na memória os lugares que conhecemos.

Como podem ver abaixo, temos bolas de quase todos os lugares que curtimos. Elas podem ser temáticas, simplesmente maravilhosas ou ambas. 

Uma lembrança de viagem que é um item especial é o caso da bola de porcelana da Disney. O primeiro enfeite de Natal que compramos juntos na nossa lua de mel. Essa bola sempre ocupa um lugar de destaque na nossa decoração natalina e sempre nos lembra da maravilhosa viagem que fizemos para Nova York.



Bolas de Nova York e Buenos Aires com Garfield comprado na feira de Natal do Bryant Park em NY.






Bola furta-cor, ouriço de prata, bola com pedrarias e estrela compradas em Las Vegas.


Estrelas, bolas, fita e M&M comprados em Boston.




Bola com o Touro de Wall Street comprado na Century 21 de NY, Bolas Philadelphia e Phillies compradas no Visitor Center da Philadelphia, I love NY comprado na lojinha do Empire State, Celebração da Casa Branca em dourado comprado no Capitólio em Washington, , Bola da posse do presidente Obama comprado no Visitor Center da Casa Branca e  .


 Bolas da lojinha do Moma - Museum of Modern Art - em Nova York.



Enfeites da Disney comprados em New Jersey, NY e Wrentham (próximo de Boston).


Bolas da lojinha do MASP - Museu de Arte de SP, do Morumbi Shopping e da Pinacoteca de SP.


 Bolas e Cookie da Lojinha do Metropolitan Opera House de NY.


Bolas de Buenos Aires.


Quebra Nozes comprado no Salvation Army de Wilmington - Massachussets.


Bola de porcelana edição especial da Disney comprada na Disney Store da 5a Avenida em NY na nossa viagem de Lua-de-mel.


A árvore é de Belo Horizonte.




















Tristeza pós-férias?


 A volta das férias costuma ser difícil — sua cabeça tende a estar mais vagarosa que o resto da empresa. Você esquece sua senha no site da empresa. Custa a voltar ao ritmo. Uma grande fatia dos brasileiros, 23%, sofrem com isso, segundo uma estimativa da Associação Internacional de Gestão de Estresse.


Ter depressão pós férias não é simplesmente ficar “devagar” nos primeiros dias de volta à rotina. Os 540 participantes da pesquisa, feita em São Paulo e Porto Alegre, citaram como sintomas mais comuns angústia (para 89%), dores, incluindo de cabeça e musculares (87%), cansaço (83%) e ansiedade (83%). Ingerir bebida alcoólica (52%) e medicamentos (68%) está entre as soluções mais procuradas.

Listamos aqui 10 conselhos que você pode seguir caso se sinta triste na volta ao trabalho depois das férias:

1) Volte de viagem alguns dias antes de retornar ao trabalho. Organize a casa, as lembranças da viagem, a roupa suja e as compras por fazer;

2) Crie uma estratégia para se reaquecer e voltar à rotina aos poucos. Pode ser dedicar mais tempo, nos primeiros dias, a tarefas que exijam estar fora do escritório, mais interação com os colegas ou o estudo de algum tema mais agradável;

3) Trate bem de você mesmo. Pelo menos nos primeiros dias, tome café em algum lugar gostoso, use roupas novas, coma em restaurantes diferentes;

4) Faça um plano semanal para conseguir trazer das férias os hábitos saudáveis que tenha iniciado, como praticar exercícios, passear ou cultivar um hobby;



5) Aproveite o período afastado da rotina para avaliar a empresa, a carreira, as perspectivas. Realinhe os objetivos e os prazos;

6) Cultive as boas lembranças das férias. É bom poder falar delas para os colegas de trabalho — mas lembre-se que, para fazer isso sem ser chato, você precisa ser um bom ouvinte quando eles voltam das férias deles;

7) Pense se tem aproveitado as férias da melhor forma. Há quem precise de 30 dias em sequência para conseguir relaxar. Outros se beneficiarão mais de dois ou três períodos menores de descanso ao longo do ano, mas com intervalo menor entre eles. Só não deixe que essa definição fique inteiramente por conta das circunstâncias, como as vontades de filhos, chefe e colegas;

8 ) É chato, mas ajuda muito começar a planejar a volta antes de sair de férias. Evite deixar trabalho acumulado ou tarefas que possam aborrecê-lo demais para logo depois do retorno;


9) Suspirar ao lembrar do belo lugar para onde você viajou é normal. Mas se ficou insuportável fazer a comparação entre esse lugar (que, na sua lembrança, é o paraíso na Terra) e sua cidade e sua empresa (que, agora, parecem piores que nunca), confronte esse sentimento. Pense nas desvantagens de morar lá. Ou comece a pensar seriamente em se mudar…

10) Planejar as próximas férias. Ter a perspectiva de uma nova aventura sempre levanta o ânimo.

Você tem mais dicas? Conte pra gente!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Viajar implica em levar malas e mais malas. Tudo pode?


Durante uma viagem, é sempre bom ficar atento ao excesso de bagagem para não ter de desembolsar mais dinheiro. Nos vôos internacionais é cobrado 1% do valor do bilhete não-promocional por quilo excedente. Já nos vôos nacionais a tarifa é mais baixa. As empresas aéreas cobram 0,5% da tarifa normal (não-promocional) por quilo a mais. 

Existem dois sistemas de franquia válidos para bagagens despachadas.: peso e peça.

Peso 

O sistema por peso (weight concept) é uma garantia aos passageiros, de acordo com a classe paga no bilhete da passagem, e válida igualmente para adultos e crianças. É aplicável a viagens no Brasil, na América do Sul, entre a América do Sul e o México. 

O passageiro de primeira classe tem direito a 40 quilos de bagagem; na executiva, 30 quilos; e na classe econômica, 20 quilos. À criança de colo, não ocupando assento, é reservada a cota de dez quilos de bagagem, sendo que a soma das dimensões do volume não pode exceder 115 centímetros. Além disso, os pais ou responsável podem levar um carrinho de bebê dobrável, cesta ou cadeira para acomodar a criança. 

Para os vôos domésticos, desde junho de 2004 o limite de peso para bagagem na classe econômica aumentou de 20 quilos para 23 quilos por passageiro. Quem ultrapassar esse limite terá de pagar uma tarifa menor do que antes: o percentual baixou de 1% para 0,5% sobre a tarifa básica, por quilo. 

Portadores de deficiência motora têm direito, além da franquia de acordo com a classe em que viajam, a levar uma cadeira de rodas, que será guardada no porão do avião, ou outro equipamento que auxilie na locomoção, que poderá ser guardado no porão ou despachado. 

Peça 

Já o sistema por peça (piece concept) garante a franquia de bagagem aos passageiros, independentemente da classe tarifária, válido igualmente para adultos e crianças. O sistema é aplicado em viagens do Brasil para o primeiro ponto de parada na Europa e no Oriente Médio; viagens de Portugal para a América do Sul; para Canadá, Estados Unidos e seus territórios; e viagens entre o continente americano (área 1) e o continente asiático, Austrália, Japão e Coréia (área 3) via oceano Pacífico. 

Os passageiros têm direito, em qualquer classe que estiver viajando, a duas peças de bagagem cujas dimensões não excedam 158 centímetros e peso máximo de 32 quilos. À criança de colo que não ocupe um assento é reservado o direito de levar uma mala com 115 centímetros e peso máximo de 70 quilos, além de carrinho de bebê dobrável, cesto ou cadeira apropriada. 

Em ambos os casos, as companhias aéreas costumam oferecer tolerância ao excesso de bagagem a clientes especiais, com cartões de fidelidade. As condições variam conforme a empresa, por isso é importante informar-se com antecedência. 

Vale ressaltar que o transporte de excesso de bagagem fica sempre sujeito ao balanceamento da aeronave no dia do embarque, condição válida para todas as companhias aéreas.


Em resumo:





Saindo do Brasil para EUA, CANADÁ e EUROPA

A maioria das companhias aéreas fazem uma exceção governamental de peso, adotando o limite de 32kg (não é obrigatório, mas a maioria adota). Algumas poucas companhias, sem escritório no Brasil, não informam sobre limite maior de peso ou restringem para 23kgs.Exemplo de companhias aéreas que permitem peças de até 32kgs, gratuitamente:*EUROPA: Swiss, Alitalia, Iberia, Tap, Tam, Air France, KLM, AirChina, Lufthansa, entre outras. Vide quadro com links abaixo.*EUA: Delta, United, American Airlines, Lan, TACA, Aerolíneas Argentinas, Avianca, AirCanada, Copa, Emirates, Jal, entre outras. Vide quadro com links abaixo.

OBS: O site da Continental não mais informa sobre as bagagens, cujo limite geral é de 2 x 23kgs. Há limite de 5 peças por pessoa e cada mala não pode ultrapassar 32kgs (não há excesso acima de 32kgs, pois eles não levam).

Obs: Quaisquer vôos fretados têm franquia diversa (por exemplo, Disney), deverá ser consultado o contrato.Companhias aéreas que não permitem 32kgs: a Alitalia (se for destino dentro da Itália, sem outro ponto na Europa na mesma passagem. Por exemplo: você poderá levar 2x32kgs se for para Paris ou cidade da Europa, mesmo fazendo o stopover em Roma ou Milão – ou seja, ficando alguns dias na Itália. Mas, se sua passagem for Brasil-Itália, então reduz para 2x 23kgs.)






- MULTA / TAXA:

Ao ultrapassar sua franquia gratuita, o restante de malas ou peso deve ser pago. A multa pode ser por excesso de peso; excesso de volume; excesso de dimensões. Por exemplo: Cada vez que se ultrapassar o peso por cada peça: uma multa.

Se a mala for maior de 158cm: outra multa. Se for levar uma terceira peça: uma multa.

VALOR PARA SAIR do Brasil com excesso (aplica regra brasileira): Europa 120 USD | EUA: 100 USD.

VALOR PARA VOLTAR ao Brasil, valem as regras de multa do exterior, depende de cada companhia aérea. Algumas não divulgam na Internet, mas convém ENTRAR NO SITE, para ver o valor da multa quanto estiver retornando ao Brasil. TAM: 150 dólares América do Norte, 120 dólares na Europa

Norma brasileira da ANAC: Regulamento Nosai CT 11

OUTRAS COMPANHIAS:
* a Qantas não mais estabelece o Brasil na exceção de 32kgs, valendo o limite de 2 peças de 23kgs cada. A terceira peça de até 23kgs sai por 105 dólares e cobra 50 dólares para excesso de peso de 23kgs até 32kgs (taxa única). Se o trecho maior for pela Qantas (por exemplo, para Austrália via África), vale o peso da Qantas.

* Aerolíneas Argentinas fazem vôos para os Estados Unidos e Europa, mas aplica diferentes franquias. Para os EUA, usa 2 x 32kgs (sistema de peça). Para Europa, adota 32kgs (sistema de peso), exceto Barcelona, Roma e Madri (2x32kgs) e Australia e Nova Zelândia (2x32kgs). E para América Latina, como São Paulo a Buenos Aires, aplica o sistema de peso de 20kgs totais.

* Lan Chile: para todos destinos exceto América do Sul e Caribe, aplica 2 x 32kgs. Para Mercosul, aplica-se as regras da América do Sul (sistema de peso), veja quadro abaixo.

* South African SAA: permite 2x23kgs quando o destino é Africa, Hong Kong e Perth (Austrália). Demais destinos, deverá contactar a empresa para saber se aplicar o conceito de unidade (peças) a todo o trecho, por exemplo, até Sydney. Porém, quanto ao valor de excesso de bagagem para esses destinos, poderá variar, aplicando ora o conceito de peças, ora o sistema de peso…

* Avianca: permite 10kgs na bagagem de mão saindo de São Paulo. Bagagem despachada 2 de 25kgs para a Colômbia.















* Saindo do Brasil para a América do Sul (Argentina, Chile, Bolívia, etc):20 kgs totais, para classe econômica (outras classes podem ter outros pesos limites). A maioria deixa levar 23kgs.Exemplo de companhias que permitem 23kgs:Tam, Gol, British Airways, LanCompanhia aérea que limita a 20kgs: Aerolíneas ArgentinasExceções pela TAM: Peru: 45kg. Bolívia:30kg.

Exceção Avianca: 32kgs.

Norma brasileira da ANAC: Regulamento Nosai CT12
* QUANTIDADE: em geral, 2 peças (depende da companhia aérea), mas as duas deverão, JUNTAS, pesar até 23kgs.
* MULTA: 1% do preço da passagem por kilo excedido.